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Quais as etapas de um projeto arquitetônico?

Etapas de um projeto arquitetônico: entenda quais são as fases de construção de uma casa – desde o projeto até a emissão do Habite-se.

Etapas de um projeto arquitetônico adequado são complexas. Elas precisam ser executadas com cuidado para que tudo saia de acordo com a legislação e, claro, com o sonho de quem vai construir. A boa notícia é que uma vez que essas fases são elaboradas corretamente, o resultado costuma surpreender.

E para ajudar você a entender como funciona todo o processo, Bárbara Penha e Pauline Moraes, da Penha Moraes Arquitetura, explicam como o escritório executa cada uma das etapas para construir. Confira!

 

Etapa 1: briefing das necessidades do cliente

A primeira etapa de um projeto arquitetônico é o briefing – e essa fase se divide em dois momentos: estudo do terreno e estudo do que o cliente precisa e deseja.

O estudo de terreno começa com a emissão de um documento específico na prefeitura. Esse documento tem todos os parâmetros construtivos do espaço, ou seja, ele traz orientações importantes para que o projeto seja executado dentro das normas municipais.

Com isso, a segunda parte do briefing entra em ação: o estudo das necessidades do cliente. Aqui, ele conta tudo que precisa e também fala sobre gosto pessoal.

Inclusive, Bárbara comenta que essa etapa gera um pouco de estranheza positiva em alguns clientes que já passaram por projetos arquitetônicos em outros escritórios. Isso, porque muitos arquitetos não procuram entender exatamente o que o cliente quer.

“Na visão da Penha Moraes, para o projeto começar a nascer, o primeiro passo é entender o que o cliente precisa e deseja para a sua casa.”

– Bárbara Penha
Penha Moras Arquitetura

 

Etapa 2: estudo de planta

Depois de entender tudo que o cliente precisa, o time passa para o estudo de planta. Como o nome sugere, trata-se da criação da planta do imóvel. Aqui, a equipe já aplica todas as normas que precisam ser seguidas de acordo com a legislação do município – e também do condomínio, quando é o caso.

Além disso, o estudo de planta inclui o mobiliário para que o cliente possa entender como o projeto vai se comportar. “Assim, ficam claros itens como o recuo e fluxo. De um modo geral, ele já percebe o que pode e o que não pode”, completa Bárbara.

Neste momento, podem ser solicitadas mudanças e ajustes. Aprovada a planta junto ao cliente, o projeto passe para a próxima fase.

 

Etapa 3: projeto 3D

Tudo que o cliente viu em planta, agora verá num projeto 3D. Bárbara explica que essa parte funciona como se fosse uma foto da casa. “Essa é a etapa que os clientes mais gostam, porque eles conseguem ter uma visão realista de como tudo vai ficar”, explica Bárbara.

Fachada de um projeto arquitetônico em 3D: normas, gostos e necessidades do cliente são casados para um projeto funcional e belo. (Imagem: projeto Penha Moraes)

Fachada de um projeto arquitetônico em 3D: normas, gostos e necessidades do cliente são casados para um projeto funcional e belo. (Imagem: projeto Penha Moraes)

 

Etapa 4: detalhamento técnico

Depois de planta e projeto 3D serem aprovados pelo cliente, é hora de uma parte bastante complexa: o detalhamento técnico.

A boa notícia é que o cliente não precisa se preocupar com isso – fica tudo por conta do time de arquitetura da Penha Mores, que sinaliza todas as informações técnicas necessárias para que a construção seja efetuada com segurança e dentro da legislação.

Inclusive, o detalhamento técnico é o projeto legal. Ou seja, é a parte que segue para a prefeitura avaliar e aprovar a construção. Como a Penha Moraes já faz todo o projeto de acordo com as normas exigidas pelos órgãos responsáveis e também cuida dessa parte de aprovação, não é uma etapa que traz problemas para o consumidor – como veremos no próximo item.

Vale lembrar que, posteriormente, o detalhamento técnico também é encaminhado aos mestres de obra e pedreiros.

 

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Etapa 5: aprovação do projeto

Com o detalhamento técnico em mãos, é dada a entrada no processo de aprovação na prefeitura. O time da Penha Moraes cuida de todo esse procedimento, do envio dos documentos à obtenção do alvará de construção.

E com o alvará, chega a melhor parte: o cliente já pode construir!

No entanto, isso não significa que a obra já está regularizada.

Para a completa regularização do imóvel, ainda há um passo extremamente importante: a vistoria de conclusão de obra. “Ao terminar de construir, o cliente nos contata e nós providenciamos essa vistoria”, explica Bárbara.

Isso, porque vistoria permite a emissão do Habite-se. E somente com esse documento, o cliente pode ir até o cartório para registrar o imóvel e finalmente regularizá-lo.

Assim, a edificação fica completamente em dia com as documentações perante prefeitura e até em termos de imposto de renda.

Pauline ainda complementa que a importância do apoio da Penha Moraes nessa etapa é fundamental porque o Habite-se só é emitido se a vistoria mostrar que a obra está exatamente igual ao projeto aprovado.

“Se depois de construir o cliente decide fazer algo que não estava no projeto, como uma simples calçada, ele não consegue mais o documento de conclusão. Ou seja, não consegue o Habite-se e não terá a obra regularizada”, explica Pauline.

Vale lembrar que obra não regular é bastante problemática – e um dos empecilhos é que esse tipo de imóvel nunca poderá ser financiado, o que reduz significativamente seu valor de mercado.

 

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Aproveite e conheça alguns de nossos projetos arquitetônicos.